RUMO A UMA AGENDA COMUM: SINERGIAS GLOBAIS FORTALECEM A LIDERANÇA FEMININA NO FÓRUM DE LUANDA

A construção de estratégias e a definição de documentos orientadores para uma agenda comum estiveram no centro dos debates da segunda conferência do Fórum de Luanda, no âmbito da Bienal. A abordagem foi destacada por Paula Francisco, preleitora do painel seis, que sublinhou a necessidade de alinhar as acções locais às grandes recomendações internacionais sobre alterações climáticas e justiça social.

O foco principal desta abordagem reside na criação de sinergias resultantes da implementação de vários instrumentos normativos globais e regionais. De acordo com a preleitora, a definição dos rumos actuais baseia-se no cruzamento de recomendações de plataformas decisivas, tais como:

“O facto de se ter que definir que estratégias, que documentos se regem para uma agenda comum, para a segunda conferência é olhou-se de facto as sinergias que vêem da implementacão dos outros instrumentos normativos e das grandes recomendacões”, apontou Paula Francisco.

Esta agenda comum reflecte um trabalho de continuidade que coloca a mulher no centro das atenções, não apenas no contexto global, mas também na governação nacional. O fortalecimento desta linha partilhada é visível no crescimento do número de mulheres em posições de liderança na estrutura organizativa do país.