II FÓRUM INTERNACIONAL DA MULHER PARA A PAZ E DEMOCRACIA ABRE HOJE

Tem início hoje, 9 de Julho de 2026,  a segunda edição da conferência que reúne centenas de individualidades em Luanda. O evento contará com mensagens da Directora Regional da ONU Mulheres, para África Oriental e Austral, Dra. Anna Mutavati e da Enviada Especial da União Africana, da Subdirectora Geral da UNESCO para Prioridade África e relações Exteriores, Lídia Arthur Brito.

O discurso de abertura será proferido por Sua Excelência Ministra de Estado para a Área Social- Angola,  Maria do Rosário Bragança,  em representação de Sua Excelência,  João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República de Angola e Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África.

Sob o lema “Transformar África Empoderando Mulheres na Liderança para a Paz e o Crescimento Inclusivo do Continente”, o fórum prevê acolher cerca de 450 participantes. Entre os convidados estão altas entidades internacionais, representantes governamentais do continente africano e de outras regiões, parceiros multilaterais, académicos, especialistas, peritos e membros da sociedade civil, com destaque para líderes religiosos e organizações não governamentais (ONGs).

O certame assume-se como um espaço estratégico de reflexão, partilha de experiências e diálogo, visando o fortalecimento da cooperação entre academias, governos e parceiros internacionais. No fundo, a iniciativa reafirma o compromisso do Executivo angolano e do Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação na promoção da igualdade de género e na inserção das mulheres nos órgãos de tomada de decisão. Objectivo Central está no  reforço o papel da mulher enquanto interveniente fundamental nos processos de decisão, destacando a sua contribuição na promoção da paz, da segurança e na construção de uma África mais inclusiva.

O país tem-se posicionado como um exemplo profícuo na advocacia e promoção dos direitos das mulheres. Esta realidade é visível na expressiva representação feminina nos órgãos de soberania  como na Assembleia Nacional, no Executivo e nos órgãos judiciais.

Este avanço reflecte o apoio contínuo que a liderança da mais alta magistratura do país tem dedicado à promoção de acções e actividades orientadas para a igualdade de género e protecção das mulheres no continente.